Arquivo do mês: dezembro 2007

Call for papers da BJR

Brazilian Journalism Research

Call for paper – Volume 4, number 1, 2008

Deadline: february 15th. 2008

The journal Brazilian Journalism Research is now announcing a call for paper for its next issue, to be printed during Semester I, 2008. The deadline is february 15th, 2008. Brazilian Journalism Research is a semi-annual scientific journal published by the Brazilian Journalism Researchers Association (SBPJor). For further information about SBPJor, please visit our website. The association is dedicated to theory and research on journalism (both theoretical and empirical work). The journal is totally edited in English.

Schedule for Vol IV, number 1

Call for paper ends: February 15rst 2008
Editorial decisions: March 31rst 2008
Editing and printing: April 2008

Submission

1. Articles: Preference will be assigned to articles describing empirical research reports. The articles should be originals in the English language. Authors should send a copy of the manuscript of the article (about 7.000 words), labeled and typed in double space throughout to the following electronic addresses by february 15th, 2008: editorclaudiaquadro s@gmail.com and tattianat@gmail. com. Please send a separate page containing the title of the article, name and identification of the author.

Each article’s manuscript should contain:

In a separate page, please type title, subtitle, full name(s) of the author(s) with current affiliation( s) and full regular mail and electronic mail address(es);
– authors should also list five key-words and an abstract of 100-150 words;
– a short (up to 5 lines) biographical note should also be supplied on a separate sheet.

Main text (in separate pages): about 7000 words clearly organized, with a clear hierarchy of headings and subheadings; please, use a clear readable style;

– references in both text and notes should be cited in the text (author, date, page)
– footnotes should be displayed at the bottom of the page;
– tables, figures, photos and illustrations should have a good range of contrast; they should also be numbered consecutively and must be clearly identified;
– an alphabetical reference section should follow the text; please, use Harvard style;
– permissions from copyright holders: authors are responsible for
obtaining permissions from copyright holders for reproducing any quotation,
illustration or photo previously published elsewhere;
Please send articles to Claudia Quadros (editorclaudiaquadro s@gmail.com) and Tattiana Teixeira (tattianat@gmail. com)

2) Book reviews: the journal will include a section in which relevant books are reviewed; manuscripts in clear readable style should have up to 1000 words.

Please send book reviews originals to Sonia Moreira (soniavm@terra. com.br) and Iluska Coutinho (iluskac@uol.com. br).

Deadline: February 15th. 2008 – Please send one copy of your paper to each of the two eletronic adresses: claudia.quadros@ utp.br and tattiana@cce.ufsc.br

101 anos de Radiodifusão…

Se o rádio no Brasil está perto de completar seus 85 anos, a radiodifusão mundial já passou dos 100 aninhos de idade. E o nome de um dos principais responsáveis pela sua instituição é o norte-americano Reginald Fessenden. Abaixo, a lembrança de Jorge Guimarães, no blog A Rádio em Portugal, e a reconstituição da histórica transmissão de Fessenden, realizada em 24 de Dezembro de 1906, recriada por Derek Gunn:

“A radiodifusão está no seu segundo século de existência. Há 101 anos atrás Reginald Aubrey Fessenden fez o primeiro programa de rádio da história. Na noite de natal de 1906, o inventor, que vinha a trabalhar num emissor que reunia a mais moderna tecnologia, efectuou a primeira emissão de radiodifusão sonora, oferecendo aos operadores de Telegrafo dos barcos ao largo de Brant Rock, Massachussets, EUA, o primeiro programa de rádio.
O espanto dos radiotelegrafistas deveria ter sido enorme, pois em vez do crepitar dos sinais de Morse nos auscultadores, ouviram a voz de Fessenden, que leu algumas palavras da Bíblia, tocou o tema natalício Oh Holly Night no seu violino e desejou bom Natal a todos os que o escutavam. Este foi o evento que marcou o nascimento da radiodifusão sonora”.

ECREA divulga call for papers

A Radio Research Section da ECREA – 2nd European Communication Conference convida os pesquisadores de rádio a apresentarem propostas de comunicações, painéis ou posters para o evento, que acontece em Barcelona em novembro de 2008.
Os prazos ainda são bons: os resumos devem ser enviados até 15 de fevereiro e os textos finais precisam estar prontos só em outubro de 2008.

O que deve ter um bom site de rádio?

Você sabe o que deve ter um site de rádio para ser considerado bom??? Você conhece algum bom site de rádio? O Blog O Segundo Choque traz uma lista feita por Dana Hall, Executive Editor da página/empresa Radio-Info.com, com o que ele acredita ser indispensável neste site e, claro, alguns exemplos:

«1. Consistent branding of your station.
2. Usable and effective advertising opportunities
3. Interesting and Interactive content for your Website user
4. Efficient and easy tools to use
5. Give them more than what they get on the air
6. Have a dedicated person to oversee and run the site
Three websites that I particularly like are CBS Rocker WXRK “K-Rock” New York, Radio One Urban WPHI “Philly 103.9” Philadelphia, and Clear Channel’s “alternative” Country KZPS “Lone Star 92.5” Dallas, each for different reasons. K-Rock is a great branding site, while WPHI’s advertising opportunities including effective advertorial, is impressive. Lone Star is simply a very non-traditional approach to a radio website (kind of like its format) and that’s what may make it so appealing to users. Check them out for yourself»

Para ler mais, acesse: What makes a great radio station website?

O rádio ainda está entre nós…

Reproduzo aqui um post do blog “A Rádio em Portugal”. Resultado de uma sondagem que mostra, aos desacreditados, que o rádio ainda é muito importante para o público. Essa, na minha modesta opinião, é uma das referências mais importantes que podemos ter!

“Num «estudo desenvolvido em Portugal pela agência de meios Nova Expressão para a Columbus Media International, efectuado pela Netsonda, a que o DN teve acesso», revela que 47,6% dos inquiridos responderam, em relação à rádio, que, se a rádio acabasse, “sentiria muito a sua falta”. A mesma resposta foi dada por 45,1% dos inquiridos para a televisão e por 41,3% relação aos jornais. A Internet é considerada imprescindível por 98,1% dos inquiridos.”

Rádio on demand no celular

Você já imaginou um serviço de rádio no seu celular que permita iniciar, parar, adiantar ou voltar seus programas preferidos na hora em que vc quiser? O cellecast funciona com um sistem similar ao TiVo na TV.
Você pode ouvir uma entrevista com o idealizador desta tecnologia e seu significado para o rádio no Blog Near 2.0, de Mark Ramsey.

Cyrano de Bergerac radiofônico?

Começar a ler o livro de Armand Balsebre “El Lenguaje radiofónico” nos leva a uma viagem no mínimo inusitada – ou inesperada. Balsebre começa seu livro – aliás, importantíssimo para os estudos de radiojornalismo – retomando uma descrição feita por Cyrano de Bergerac, que transcrevo a seguir, em uma versão traduzida pela professora Ana Baumworcel, da Universidade Federal Fluminense, em seu artigo “Armand Balsebre e a teoria expressiva do rádio“. O mais impressionante, com toda essa exatidão e encantamento, foi escrito em 1657!

Ao abrir a caixa, encontrei algo muito parecido com nossos relógios, com molas e máquinas imperceptíveis. Era um livro; mas um livro milagroso que não tinha folhas, nem letras. Era, em resumo, um livro para ler, mas para o qual os olhos eram inúteis. Em compensação, se necessitava dos ouvidos. Assim, quando alguém queria ler (…) girava o ponteiro sobre o capítulo que quisesse escutar e, como se saísse da boca de um homem ou de um instrumento de música, saíam desta caixa todos os sons distintos e claros que servem como expressão de linguagem entre os grandes pensadores da Lua. Desta maneira, tereis eternamente ao vosso redor todos os grandes homens, mortos e vivos, que os entretêm de viva voz.(CYRANO DE BERGERAC, 1657).