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Twitter como ferramenta para o rádio I

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As discussões sobre o uso do Twitter como ferramenta para a apuração no jornalismo continuam. Entre os principais argumentos contrários está a credibilidade das fontes e entre os favoráveis está a rapidez e multiplicidade de fontes de informação. Os debatem sobre esse uso mal começaram. Certamente serão intensificados ainda com o passar do tempo, assim como os possíveis usos do Twitter devem ser ampliados.

Por agora, o post de Christian Espinosa, no Blog Cobertura Digital, nos dá uma idéia de como essa ferramenta pode ser utilizada – e não só no jornalismo on line. E para o rádio? É possível? Como utilizar o Twitter? Ele pode fazer realmente alguma diferença para a transmissão fora da internet? Serve como fonte ou simplesmente como uma ferramenta para transmitir a informação ao ouvinte?

Palestras sobre rádio

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Se vc está em SP, pode ir à Campus Party. Se não está e quer ter acesso ao conteúdo das palestras que os profissionais da rádio CBN farão no evento, pode acessar o site da emissora e ouvi-las ao vivo. Abaixo, a programação para os interessados.

Importante ressaltar que as atividades da emissora na Campus Party não se restringem a isso. Há também a cobertura do evento, o estímulo à produção de informação pelo ouvinte e a produção de uma oficina de rádio. Outras informaçóes, vc encontra no blog CBN no Campus Party 2009.

A programaçáo:

Palestrantes
dia 20: Mariza Tavares
CBN: a construção de uma comunidade além dos limites do rádio

dia 21: Milton Jung
O rádio na era dos blogs

dia 22: Ethevaldo Siqueira
A convergência da informática e da tecnologia com a indústria de entretenimento

dia 23: Juca Kfouri
Saudades da escravidão? Crie um blog!

Ferramentas tecnológicas para o jornalista

Vale a pena dar uma olhada na lista de ferramentas tecnológicas que todo jornalista – inclusive o de rádio – deve conhecer! Com elas, a apuraçáo pode ficar melhor e, em alguns momentos, mais fácil…

Via Ponto Media

Ela, a palavra

“Sin menospreciar el valor de la música, de los efectos sonoros y del silencio, la narración de la radio se basa fundamentalmente en el potencial, versatilidad, credibilidad, cercanía y calor humano de la palabra dicha. […] La personalidad de la voz, la intransferible propiedad de cada voz humana, las calidades expresivas – del grito de peligro a la palabra de amor – son elementos sobre los que se apoya el sentido de la comunicación radiofónica, a los que se suman otros elementos complementarios para construir el lenguaje de la radio”.

MARTÍNEZ-COSTA, María Del Pilar; DÍEZ UNZUETA, José Ramón. Lenguaje, géneros y programas de radio: introducción a la narrativa radiofónica. Pamplona: EUNSA, 2005, p. 17 – 26.

O que é o jornalismo de rádio?

O que é o jornalismo de rádio? Esta é uma dúvida constante que tem me atormentado um pouco. Aos poucos, algumas luzes surgem. Para quem também pensa nisso, vale ler o artigo de Herrera García, La radio en España: credibilidad a la baja. O texto foi publicado na Revista Telos edição de Abril-junio 2005, nº 63. Trata do jornalismo de rádio espanhol, mas é perfeitamente adaptável ao brasileiro! Para dar água na boca, um trecho interessante:  “Quisiera citar aquí la opinión de Antonio García Ferreras, exdirectivo del grupo PRISA, manifestada en unas jornadas dedicadas al análisis del medio radiofónico en México la primavera pasada. Decía: «Existen tres grupos de periodismo radiofónico en España: el periodismo anestesiante, que comunica lo que el Poder quiere; el periodismo veneno, que se refiere al ataque a las figuras públicas; el periodismo resistencia que pretende mantenerse firme ante el embate que representa seguir la línea del Poder y de los mismos medios»”. “El futuro radiofónico ya es presente. Las nuevas tecnologías le son favorables al medio y los profesionales cuentan, cada vez más, con sobrada formación para ejercer una noble tarea que con tecnología punta o con “galenas” siempre la harán seres humanos” (p. 06 pdfm).

Rotinas produtivas e tecnologias

Trecho de “Radiojornalismo em Mutação na Era Digital“, de Nelia del Bianco: 
“Ao ter a rede local como ferramenta de trabalho, os jornalistas passaram a rotinizar a produção num ambiente hipertextual. Contam com princípios básicos de interação amigável: a utilização de ícones de fácil compreensão das estruturas de informação e dos comandos; o uso de mouse que permite ao usuário agir sobre o que ocorre na tela de forma intuitiva; os menus que mostram ao usuário as operações que ele pode realizar em uma tela gráfica de alta resolução.
Com a interface gráfica do computador, composta por janelas, pastas, símbolos, ícones e dados localizados de forma física e virtual, simultaneamente, é possível a “manipulação direta” da informação na tela. Em vez de teclar comandos obscuros, podem simplesmente apontar para alguma coisa e expandir seus conteúdos, ou arrastá-los através da tela, como também cortar e editar som. A manipulação direta proporcionada pela interface gráfica é paradoxal, segundo Steven Johnson (2001: 21-2): acrescentou uma outra camada entre o usuário e a informação. Significa que agora a informação está mais próxima, mais à mão, em vez de mais afastada”.

Como anda a criatividade radiofônica?

“Y es que ha pasado ya mucho tiempo sin observar un cambio sustancial, una renovación estructural en la radio española, pero, especialmente, son ya muchos años sin lograr una recuperación estética que potencie la dimensión creativa. La radio perdió, en los años ochenta y especialmente desde los noventa, la que podemos considerar su mayor potencialidad: su dimensión expresiva, esa otra manera de trabajar la radio: radio-arte, la radio como medio de expresión, como aquella que «proporciona al artista, al amante del arte, al teórico, una nueva experiencia».
Desde entonces, la radio se ha transformado en el eterno parlante, muchas veces sin sentido, sin preparación, ni rigor, lo que obliga al oyente a escuchar opiniones sin fundamento, palabras, palabras y más palabras. La radio se ha convertido en monotonía, en improvisación, pura realidad, en un medio que ya no obliga a sentir.
Esta ausencia de creatividad ya se está pagando en forma de escasa audiencia infantil y juvenil. Cada vez son menos los jóvenes que se sienten atraídos por el medio, por una radio que nos les estimula, que no les interesa, carente de vivencia, de ilusión, una radio incomunicada al sueño.” (ANTÓN, Emma Rodero. Recuperar la creatividad radiofónica: razones para apostar por la radio de ficción. Revista Anàlisi 32, 2005, p. 134-135)